Header AD

Editorial | Precisamos falar sobre 'Cidades de Papel'



Quem leu o livro e foi ao cinema assistir ao filme sabe do que estou falando.

A adaptação cinematográfica do livro de John Green chegou aos cinemas dia 9 de julho de 2015 e lotou salas por todos o Brasil e exterior. Estralado por Cara Delevingne e Nat Wolff, o filme mostra a história de Margo e Quentin no colegial e foi primoroso.

A atuação de Cara e Nat, sinceramente, me surpreendeu. Ambos captaram a essência das personagens tão profundamente que divertiram e emocionou os espectadores de uma forma única. A história de Green traz diversas metáforas e imagens colocadas brilhantemente no longa pelo diretor Jake Schreiner, em cenas como a do supermercado, das "cidades de papel", da morte do desconhecido da vizinhança...

Além disso, o enredo é contado de forma hilária e ágil, mostrando as peculiaridades de cada personagem, não só dos protagonistas. Falando em outros personagens, os amigos de Quentin, Radar e Ben, roubam a cena várias vezes, por seu humor inusitado e realista.

A história é dividida em duas partes: a primeira é a noite de aventuras de Quentin e Margo; a segunda é a busca por Margo. Ambas retratadas com fieldade para com o livro, com apenas algumas alterações, como a cena do Sea World e o final. Porém, isso não comprometeu a qualidade do filme, pois essas mudanças se encaixaram muito bem no enredo.

Quanto à produção, os cenários, iluminação, música, figurinos e edição são bem arquitetados no universo da história, dando o acabamento e deixando a história ainda mais crível.

Duas personagens que também merecem destaque são Angela e Lacey também são importantes para o enredo e divertidas, criando ainda mais a atmosfera realista de um grupo de amigos no colegial.

Na minha opinião, a melhor parte do filme foi a viagem de carro, pois foram as cenas em que conhecemos mais de nossos personagens (com exceção de Margo) e nas quais mais rimos, avaliando a reação dos espectadores no cinema.

Essa é a segunda adaptação de uma obra de John Green. A primeira foi A Culpa é das Estrelas. Há resenhas e vídeos sobre ambos os livros no TPJ. Para conferir, clique nos links abaixo:

Mural Literário de A Culpa é das Estrelas
Mural Literário de Cidades de Papel
Resenha de A Culpa é das Estrelas
Resenha de Cidades de Papel 
Editorial | Precisamos falar sobre 'Cidades de Papel' Editorial | Precisamos falar sobre 'Cidades de Papel' Reviewed by Carolina Soares on 16.8.15 Rating: 5

Nenhum comentário

Post AD