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15 das melhores teorias sobre o anime e games de Pokémon


Olá leitores do TPJ, o seu portal favorito vai lançar agora um especial das melhores teorias já inventadas, e hoje eu vou postar as teorias de um dos meus animes preferidos: Pokémon, mas além de teorias do anime, também temos aqui teorias dos games de Pokémon e prepare-se as primeiras podendo parecer apenas curiosidades, mas preparem o coração para últimas, porque pelo menos eu, fiquei com muito medo...
Observação são só teorias não tendo nada verídico que as comprovem...

#1. Aerodactyl são Zubats pré-históricos


Zubat, o pokémon que vive dentro de qualquer caverna, é uma evolução de Aerodactyl. Mas não no sentido que estamos acostumados a ver no jogo, mas sim, em um processo que leva milhões de anos.

Considerem as semelhanças físicas: a estrutura das asas, as orelhas pontudas, a boca repleta de dentes afiados. Se considerarmos que Aerodactyl tratava-se de uma espécie que vivia em ambientes abertos e por algum motivo acabou reclusa nas profundezas de uma caverna, a teoria faz ainda mais sentido.
A seleção natural acabou favorecendo os indivíduos com orelhas maiores e com o sonar apurado e os indivíduos menos preparados acabaram se tornando fósseis.

#2. Gengar é uma Clefable morta


Bom, de acordo com essa teoria, Gengar é, na verdade, o fantasma de uma Clefable! As semelhanças são gritantes. Os três dedos em cada mão, as “orelhas” salientes, os pés…

Outra teoria interessante sobre os fantasmas diz que Gastly é um Cloyster morto que abandonou sua concha.

#3. O broto nas costas do Bulbasauro é um Oddish


O Pokédex nas versões Red e Blue descreve o seguinte: “Bulbassauro nasce com uma estranha semente plantada em suas costas. A planta cresce e se desenvolve junto com o pokémon.”

A semente poderia muito bem ser um Oddish. Repare nas folhas no topo do pokémon. Agora imagine elas fechadas. Até que se parecem com o bolbo nas costas do Bulbassauro, né? E se você parar pra pensar, conforme o pokémon vai evoluindo, seu “hóspede” evolui também. Sendo assim, Venusaur tem um Vileplume em suas costas.

Os dois pokémons vivem em uma relação de simbiose onde os dois lados são favorecidos. O hospedeiro fornece abrigo e proteção e recebe os nutrientes da fotossíntese em troca.

#4. Butterfree e Venomoth foram trocados


Muitos alegam que essa teoria existe por conta de um erro durante a programação do jogo.

Butterfree é a evolução de Caterpie e Metapod, enquanto Venomoth é a evolução de Venonat. Se nós não conhecêssemos os pokémons, esperaríamos que Butterfree tivesse olhos brancos com grandes pupilas e um corpo segmentado. Do mesmo modo, Venomoth deveria ter grandes olhos vermelhos, um aparelho bucal peculiar e a coloração roxa. Mas é exatamente o contrário que acontece!

É bem provável que os sprites dos personagens tenham sido trocados em algum momento e o erro não foi corrigido antes do jogo ser lançado, sendo assim, o engano permaneceu na versão definitiva tanto do game quanto do anime e deixou os fãs com os cabelos em pé diante das semelhanças com outros pokémons.

#5. Ditto é um clone do Mew que deu errado


Todos sabem que Mewtwo foi criado em laboratório como um clone de Mew. Acontece que, no processo de criação, diversos experimentos deram errado e acabaram originando os simpáticos Dittos.

Mew e Ditto possuem as mesmas especificações na Pokédex. Ambos pesam exatamente 4 kg, são assexuados e os dois únicos pokémons capazes de aprender a habilidade Transform. Mas, talvez, a maior dica seja que Ditto é encontrado ao redor do lugar onde Mew foi clonado e Mewtwo criado, a Mansão Pokémon na Ilha Cinnabar.

Outra teoria diz que Muk se originou de um Ditto contaminado com lixo, mas essa é uma outra história.

#6. Voltorb é uma pokébola possuída por um Haunter


Podemos perceber que Voltorb compartilha algumas semelhanças com Haunter, principalmente nos olhos e na personalidade. Será que Voltorb era antes uma Pokébola comum que abrigava um Haunter e acabou sendo possuída pelo pokémon dando origem a um ser completamente novo?

#7. Cubone é um bebê Kangaskhan órfão


Segundo a crença popular, o solitário Cubone é, na verdade, um bebê órfão de Kangaskhan!

A descrição da Pokédex sobre Cubone diz: ” Cubone adora a mãe que ele nunca mais verá. Ao ver seu semblante na lua cheia, ele chora. As manchas na caveira da mãe, que ele usa como capacete, foram feitas pelas lágrimas que derramou.”

Sim, um tanto quanto mórbido, mas isso abre espaço para um mistério gigantesco. Você já viu a mãe de um Cubone? Pra falar a verdade, o único Pokémon que demonstra um comportamento parental durante a Primeira Geração é o Kangaskhan, que carrega o filhote em sua bolsa. E pra ser sincero, Cubone é bem parecido com um filhote de Kangaskhan, além do crânio ter algumas semelhanças com o do Pokémon adulto.

Durante anos os fãs tentaram legitimar essa teoria, mas os desenvolvedores teriam de adaptar algo muito macabro para o game e, consequentemente, para o anime, mas será que esse era o plano inicial?

#8. Jynx é um súcubo mitológico


Um súcubo é um demônio com aparência feminina que invade os sonhos de homens para manter relações sexuais com o mesmo a fim de lhe roubar energia vital. A lenda no sentido moderno da coisa, apresenta a criatura como uma poderosa feiticeira, porém antigamente a coisa era vista como um demônio tenebroso. Mistures esses dois conceitos e o que teremos? A “sexy” Jynx.
Sua entrada no Pokédex ainda informa que “Jynx mexe seus quadris sedutoramente enquanto se meche (???)”, e se seus ataques no geral são atraentes / apaixonantes por natureza, como o Lovely Kiss, Captivate, Fake Tears and Heart Stamp, que são usados para atrair seus inimigos em uma falsa sensação de felicidade antes de brutaliza-los, o que torna a teoria completamente plausível.

#9. Slowpoke é onisciente


Sua entrada na pokédex o descreve como lento e “dopado”, e ainda diz que dormindo ou acordado não há muita diferença para ele. O Slowpoke realmente expressa essas descrições, com seu olhar sempre perdido e só respondendo vagamente quando atacado. Mas tudo isso fica complicado quando vemos que ele é um tipo psíquico, e que evolui em um dos pokémons mais inteligentes do mundo. Isso tudo nos leva a pensar: O que se passa naquele poké-cérebro?
O pessoal do TVTropes chegou a uma conclusão à essa pergunta: tudo. Slowpoke parece ser lento e fora do mundo, pelo simples motivo de estar fora do mundo! Ele é onisciente e portanto recebe uma quantidade absurda de informações a cada segundo, o que o deixa desligado do mundo do aqui e agora. Acreditando nessa teoria, uma mordida de um Shellder que era pressuposto por aumentar sua capacidade mental na verdade desliga sua onisciência, o prendendo no que está em sua volta! Subitamente, tudo que precisava para que um Slowpoke virasse um super gênio Slowking, era uma mordida venenosa para desacelerar a sua mente!

#10. Pokémons não falam seus nomes, sua linguagem foi criada através de seus gritos de batalha

A linguagem é uma coisa muito estranha, só de pensar no fato que palavras são usadas pra descrever alguma coisa, as características dessa coisa se tornam algo influente na formação dessas palavras. É como se fosse uma onomatopéia, como um “boom” para uma explosão. Essa é a ideia que se aplica perfeitamente ao universo Pokémon. Ao invés de falarem seus nomes, eles usam linguagens influenciais.

Pense um pouco, o que teria mais sentido: Uma salamandra selvagem, além de reconhecer seu nome, conseguir imitar o som que ele faz? Não é mais lógico que nós, humanos, tenhamos um dia ouvido o “Charmander” e visto um lagarto flamejante e ligássemos a palavra ao animal? Como uma criança que chama um cachorro de “Auau,” um dia infundiram a linguagem com esses nomes, mostrando a influência dos pokemóns no desenvolvimento humano.

#11. Porque Ash tem sempre 10 anos?


#12. Pokémon se passaria em mundo alternativo onde o Japão venceu a Segunda Guerra Mundial

Segundo alguns teóricos, o universo de Pokémon é uma realidade alternativa do Japão na qual os japoneses vencem a Segunda Guerra Mundial. Os Pokémon foram a arma biológica secreta do Japão e a vitória possibilitou à nação utilizar os recursos tecnológicos dos países perdedores. Dessa forma, o Japão virou uma utopia onde vivem seres inacreditáveis e onde a tecnologia é insuperável e de graça.

Pense bem, tanto Ash quanto Gary perderam parentes, o que é normal numa guerra (no caso de Gary, ele virou órfão). E onde estão os homens adultos no mundo de Pokémon? Pelo menos nas versões Red/Blue, há poucos homens e uma enxurrada de crianças no mundo, algo normal em um momento pós-guerra. Isso também explica por quê, desde cedo, as crianças já foram incumbidas de rodar o mundo criando e batalhando com seus Pokémon. Sua mãe já o aceita como homem da casa e lhe permite viajar e tomar decisões de um adulto.

Essa teoria é fundamentada no fato dos mapas e localidades dos continentes de Pokémon terem seus respectivos no mundo real, mais precisamente no Japão. Além disso, uma fala do líder de ginásio Lt. Surge dá mais verdade para o mito:

Ei, moleque! O que pensa que está fazendo aqui? Você não vai durar muito em combate, com certeza! Eu vou te dizer, garoto, Pokémon elétricos salvaram minha vida na guerra!

Repare como ele fala da guerra como se você já soubesse exatamente do que ele está falando.

#13. Quem seria o pai de Ash?
                                                       
Professor_Oak_BWNossa primeira teoria é bem discutida no universo pokémon,o pai do Ash pode estar morto. Sim e o que reforça a teoria são os amados jogos da primeira geração de pokemon Red/Green/Yellow ,no terceiro ginásio do jogo onde enfrentamos o Lt.Surge ele diz a seguinte frase:

Ei, garoto! O que você acha que você está fazendo aqui? Você não vai durar por muito tempo em combate! eu digo garoto, Pokémons elétricos me salvaram durante a guerra! Eles eletrocutado meus inimigos em paralisia! O mesmo como eu vou fazer com você!

O que dá pra entender que no Universo Pokémon realmente existiu uma guerra, e nessa guerra os pais de Ash e Gary morreram, e isso explicaria o fato de no jogo e no anime existirem bastante crianças e de seus pais não sentirem nenhuma preocupação em deixarem seus filhos saírem de casa para uma jornada.

wqSegunda teoria, o pai do Ash seria então o Professor Carvalho? Os pontos que reforçam essa teoria é o fato de que o Professor Carvalho ter uma grande amizade com Délia a mãe de Ash, e também explicaria o fato do Professor ter dado Pikachu a Ash mesmo que ele tenha chegado atrasado.
Pontos fracos, Carvalho já está bem velho e não demonstra afeto de pai para filho com Ash outro fato que afeta essa teoria é a de que o professor é apenas um amigo antigo da família já que ele formou um grupo de treinadores com Délia no passado.

Terceira teoria, essa é a teoria mais aceita no Universo Pokémon, seria então Giovanni pai de Ash?
Lembrando que Giovanni é um vilão ele é dono da Equipe Rocket e líder do ginásio de Viridian onde Ash batalha pela sua oitava insígnia, o estranho é que quando Ash chega para batalhar no ginásio, o então líder Giovanni não está sobre o comando, deixando a tarefa de enfrentar Ash com Jesse e James.

E como sempre vamos falar das evidencias dos jogos da primeira geração Red/Green/Yellow, se tem indícios que Giovanni no passado lutou ao lado de Délia até que ele largou tudo para criar a Equipe Rocket.

Nos jogos Fire Red e Leaf Green para GBA dois integrantes da Equipe Rocket perguntam se o treinador que estavam os atrapalhando  no caso “você” seria então filho de Giovanni, mas logo em seguida ele se corrigi e diz que o filho de Giovanni tem cabelos vermelhos, então se Ash fosse mesmo filho de Giovanni, ele teria um irmão e esse suposto irmão seria o Gary já que ele tem cabelos vermelhos, e também confirmaria o fato de Giovanni ser filho do Professor Carvalho ou seja Ash não seria filho do Professor Carvalho e sim neto.
Para quem tem coração fraco se preparem, pois é daqui para frente que as coisas começam a dar medo...

#14. Pokémon Black

04No inicio do game o professor Oak começa a falar, a partir disso podemos constatar que trata-se da versão Red, mas depois de selecionar o seu pokémon inicial era só olhar lista e você deveria ter em adição o Bulbassaur, o Charmader ou o Squirtle ou um outro pokémon, GHOST.
O pokémon era level 1, seu sprite era como o dos fantasmas da Pokémon Tower em Lavender, ele tinha somente um ataque, “Curse” (amaldiçoar).
O pokémon adversário não podia atacar Ghost, aparecia na tela de mensagem que ele estava com muito medo para agir e quando o ataque curse era utilizado no meio da batalha, a tela ficava toda preta instantaneamente. O choro do Pokémon adversário era escutado mas um pouco distorcido em uma frequência bem mais aguda que o habitual, quando a tela de batalha voltava ao normal o pokémon adversário havia sumido e se você usasse em uma batalha contra um treinador, quando as pokébolas representando os seus pokémons fossem aparecer no canto da tela, haveria uma pokébola a menos.

Isso tudo deixava subentendido que o pokémon morreu, além disso o mais estranho é que ao vencer um treinador e ver a mensagem “Red recebeu $200 por ganhar!”, a mensagem aparecia novamente e se você selecionasse “Run” a batalha acabaria normalmente mas se você escolhesse “Curse”, quando retornasse ao mapa poderia notar que o treinador havia desaparecido.

180659-pkm1Depois de sair e entrar novamente na área dava pra notar uma tumba onde estava o treinador, semelhante as que tinha na Pokémon Tower em Lavender. O jogo muda um pouco depois de derrotar a “Elite Four”, no entanto… Depois de ver o Hall da Fama, que consistia do Ghost e vários outros pokémons level 1, a tela cortava para uma tela preta com a frase: “Alguns anos depois”. De repente o jogo nos leva para a Pokémon Tower onde pode-se notar um velho parado olhando para as tumbas.
Dando a entender que este velho é nada mais nada menos que seu personagem, nesse ponto você não possui mais nenhum pokémon, nem mesmo Ghost que até este momento era impossível de remover de sua party depositando no PC.

O mapa está vazio, não existe mais nenhum NPC, mas as tumbas dos treinadores que foram derrotados durante a sua trajetória ainda estavam lá, outro detalhe interessante é que não importava o lugar que você estivesse, a música da cidade de Lavender continuava em um loop infinito.
Depois de pensar por um momento dava pra se perceber que na Diglett’s Cave um dos arbustos cortáveis, que geralmente bloqueiam o caminho, não estava mais lá, permitindo assim que você retornasse a cidade de Pallet.

Pokémon-Creepy-300x173Ao entrar na sua casa e ir exatamente aonde o jogo se inicia a tela corta pra outra tela preta e começam a aparecer figuras de vários pokémons que foram derrotados pelo curse. No final, após aparecer a imagem do pokémon do meu adversário surgem também imagens do Youngster, Gambler e meu rival, mas ao passo que estes e muitos outros treinadores iam aparecendo a música da cidade de Lavender começava a ficar cada vez mais aguda, até que na hora que meu rival surge emergindo em um verdadeiro estrondo demoníaco.

A tela fica preta novamente até que a tela de batalha surge, revelando você um velho, em contrapartida Ghost aparece do outro lado seguido pela mensagem: “Ghost wants to fight!”, contudo nesse momento você está impossibilitado de usar itens, nem mesmo pokémons. Se você tentasse correr não conseguiria, a única opção era “Fight”.

Escolhendo lutar, automaticamente você usaria o ataque Struggle (debater-se) que não afetava Ghost e ainda fazia você perder um pouco do seu HP e na vez de Ghost atacar simplesmente aparecia na tela a mensagem “…”.

Quando seu HP chegava a um ponto crítico, ele finalmente usava o seu temido ataque “Curse”, corte para a tela preta pela última vez e independente do que você fizesse você ficava preso nesta tela, só lhe restando desligar seu Game Boy. Quando você ligava novamente a única opção era “New Game”, o jogo havia deletado seu save file.

O jogo sempre acabava dessa forma, mesmo tentando não usar o Ghost, mesmo sendo impossível removê-lo, nesses casos no final do jogo não mostrava a foto de qualquer treinador ou pokémon, a tela apenas cortava direto para a cena final de batalha com Ghost.

Um dia, eu estava pronto para desligar meu game boy quando o telefone tocou, fiquei cerca de 15 minutos no telefone. Instantes depois ouvi alguma coisa vinda do meu quarto. Eu entrei no meu quarto, e vi alguma coisa na tela do game boy. Eu estava excitado, talvez haveria algo mais no hack que eu ainda não havia descoberto. Peguei o Game Boy e haviam duas luzes vermelhas na tela. De repente, apareceu uma mensagem sobre as luzes: “Ghost curses you” (Ghost amaldiçoou você)

#15. Teoria sobre o jogo de Pokémon - Lavander Town

Lavender teve seu nome inspirada em uma lavanderia e fica logo após o longo Rock Tunner é um trecho do game que fica um pouco fora da rota normal que o jogador percorre, e consiste em uma das menores cidades do jogo. Além disso, a cidade é caracterizada por ter um prédio enorme chamado Pokemon Tower. Ali, são depositados os restos mortais de todos os pokémons falecidos, que (obviamente) viram fantasmas, assombrando o local. Como se só esse pano de fundo já não fosse suficiente para assustar alguns, a música da cidade não colabora muito para tornar as coisas mais leves. Essa cidade é conhecida pela sua trilha sonora macabra, que possui vários mistérios por trás dela. Dizem que no game das versões red, blue, greem e yellow (principalmente na red e blue ) após ouvir a música de lavender town  por muito tempo muitas crianças e adultos morreram ou se suicidaram por dizerem que a música causava diversos efeitos colaterais  na sanidade das pessoas algumas diziam que  a música tinha uma mensagem subliminar que se ouvida em um aparelho de frequência sonora mostraria um "ghost" e os "unowns" formando a palavra "vá embora" e " saia agora" em inglês.

Na Pokémon Tower, essas crianças disseram ter presenciado imagens de uma mão em carne viva e ossos à mostra, um fantasma parecido com o visto normalmente no jogo, só que mais diabólico e enfrentando um “Pokémon” que na verdade é um homem saindo de sua cova (as imagens descritas pelo texto são supostamente essas).   

Não é a toa que a Nintendo nunca se pronunciou sobre isso, ela simplesmente mudou a Pokémon Tower para uma estação de rádio das versões posteriores do jogo.

De acordo com um dos casos relatados no texto, as primeiras versões de Pokemon Red/Green possuíam a música com algumas frequências a mais, que seriam inaudíveis aos seres humanos, mas que provocam efeitos psicológicos totalmente perturbadores, resultando nas patologias indicadas pelo relatório. Esse efeito acústico é conhecido como “batidas binaurais”, que, de acordo com alguns estudos, resultariam de fato em efeitos semelhantes aos que as crianças apresentaram – até aí tudo bem.

A cidade de Lavender era para ter um ginásio, mas quando foi inaugurado com a sua primeira batalha entre treinadores o filho do senhor idoso no game era o líder do ginásio e ele supostamente usou um Cubone e um pokémon fantasma (não diz se era um hauter ou outro do tipo) e este pokémon fantasma  era instável e acabou que durante a batalha supostamente teria pego a alma do seu treinador e por sucessão o seu corpo morreu em plena batalha com todos da cidade assistindo; traumatizado  o seu pai resolveu destruiu o ginásio e transformou em um cemitério em homenagem ao seu filho morto. Depois disso o  espirito ou "ghost" do filho resolveu tentar falar com seu pai através de seu tão amado Cubone (e por isto o Cubone estava sendo possuído por um ghost) mas o seu pai  não entendia o pokémon e pensou que ele estava possuído por um outro pokémon fantasma e por causa disto ele resolveu pedir ajuda a quem poderia  remover o ghost do Cubone e acaba que você remove o ghost do Cubone e após fazer isto  você devolve o pokémon ao sr.idoso e em uma versão japonesa do game quando você fala com o sr.idoso na casa dele ele lhe diz que o Cubone pertencia ao seu filho e que ele já havia morrido a muito tempo atrás quando Lavender ainda tinha um ginásio. ( em algumas versões  ao invés de ser um cubone era um marowak ).

Essa teoria vem de relatórios vazados pelas empresas japonesas envolvidas com o projeto do jogo que associavam o surto de suicídios de crianças japonesas e outros sintomas estranhos aos jogos da série Pokémon. Na época, Red e Green fazia muito sucesso, mas os casos só afetavam crianças que chegavam à cidade de Lavender.

Relato que percorre de um acontecimento real

Eu conheci meu melhor amigo no ginásio. Nós dois levamos nossos Gameboys para a escola um dia e sentamos juntos no almoço quando percebemos que tínhamos algo em comum. Eu tinha a versão Blue e um Venosaur, ele tinha a versão Red e um Charizard. Nós batalhávamos sempre que podíamos e nos tornamos grandes amigos. E os anos se passaram, continuamos a jogar Pokémon, até mesmo durante o colegial. Passamos por todas as gerações e versões de Pokémon, as batalhas nunca ficavam sem-graça.

Quando chegamos à faculdade, nossos caminhos se separaram. Não conversamos muito mais depois disso; tínhamos vidas ocupadas na universidade. Eu pensava que não iríamos mais retomar a amizade que já tivemos um dia. Então, Pokémon Diamond e Pearl foram lançados em 2007 e nós aproveitamos o interesse pela série para nos reunir e se divertir. Batalhávamos e conversávamos através do wi-fi todo dia por algumas semanas após o lançamento.

Meu amigo me contou que ele planejava jogar novamente a versão Red que tinha. Havia se passado três meses após o lançamento de Diamond e Pearl, e não jogávamos mais como antes. Eu perguntei a ele por que ele queria jogar aquele cartucho velho e empoeirado, e ele respondeu, “Eu não sei, talvez eu encontre algo que ninguém jamais encontrou antes.”

Apesar da minha relutância em jogar minha versão Blue com ele, ele jogou a versão Red mesmo assim. Depois que ele começou essa jornada, eu nunca mais falei com ele. Mais ou menos três meses depois, eu recebi uma ligação dos pais de meu amigo.

Mesmo que ele nunca tivesse problemas similares antes, ele morrera do que diziam ser uma convulsão. Ele estava sozinho no dormitório até que um colega de quarto, que infelizmente chegou tarde demais, o encontrou no chão, sem vida, e estranhamente usando seus fones de ouvido favoritos. Eu corri assim que pude para ir ao seu funeral. O colega dele, que também foi ao velório, me informou que apenas alguns dias antes do incidente, meu amigo havia se tornado obcecado pela Cidade de Lavender e sua música. Meu amigo queria ser engenheiro de som depois de se formar e tinha um ótimo talento com os sons. Ele podia ouvir sons baixos vividamente enquanto eu falhava em reconhecê-los.

Assim que ele redescobrira a Cidade de Lavender, ele passou o áudio para o seu computador e começou a fazer experimentos com ele. Curiosamente, ele se vangloriava de ter encontrado uma cópia rara da música retirada da primeira leva da versão Green, lançada apenas no Japão. Não especificamente falando da versão japonesa, ele disse ao seu colega de quarto que “As frequências dessa música são diferentes; elas se unem de modo especial. Mas tem algo faltando. Eu acho que alguma coisa deveria ser mixada junto, mas acabou não funcionando no Gameboy. Ele era muito limitado em termos de tempo de faixa.”. Eu tive a chance de mexer em seu laptop pela última vez, então eu visitei sua lista de “Itens Recentes”. No topo dela eu li “lavender.wav”. Juntamente com várias fotos nossas juntos, eu copiei este arquivo. Pego na minha tristeza pela morte de meu melhor amigo, eu ignorei o arquivo de áudio até algumas semanas antes de escrever isso. De algum modo decidi recentemente que eu precisava entender o que acontecera.

Levado pelo desejo de saber o que causara sua morte repentina, eu abri as propriedades do som, sem ouvi-lo. Com a seção de descrição do áudio, ele escreveu, “Tons binauriculares, eu coloquei as frequências necessárias, eu sei porque a Cidade de Lavender soa tão triste, e eu sei a parte que faltava”. Mesmo sem entender, eu olhei o arquivo no programa de áudio que ele mais usava (ainda sem ouvir o arquivo), e encontrei a contagem de vezes que o arquivo foi ouvido. Uma. Eu conversei online com um entusiasta de som na esperança de decifrar estes comentários. Ele me deu um software especial que poderia analisar o áudio em tempo real e disse que era tudo que ele podia fazer.

Esse vídeo a seguir é uma gravação minha tocando o arquivo no programa mencionado. Até hoje ainda não ouvi o áudio, já que estou muito emocionalmente perturbado pela morte de Anthony, meu melhor amigo.

E aí gostaram, concordam ou não com alguma teoria? O TPJ vai postar muitas mais teorias para vocês.
15 das melhores teorias sobre o anime e games de Pokémon 15 das melhores teorias sobre o anime e games de Pokémon Reviewed by Luara Moraes Leão on 11.5.15 Rating: 5

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